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Prova VUNESP - 2026 - Prefeitura de Itaquaquecetuba - SP - Professor Titular de Educação Especial (PTEE)

16 questões encontradas · página 2 de 2

De acordo com La Taille (in La Taille, Oliveira e Dantas, 1992), Piaget caracteriza um certo fenômeno psíquico a partir de três pontos principais, que podem ser assim sintetizados:
•  a criança ainda não desenvolveu plenamente a capacidade de dialogar de forma regulada e recíproca;
•  ela utiliza palavras com significados diferentes dos de seus interlocutores, sem perceber a necessidade de um referencial comum, além de se contradizer sem reconhecer o conflito entre suas próprias afirmações;
•  e demonstra dificuldade em adotar o ponto de vista do outro, o que limita a construção de uma comunicação verdadeiramente compartilhada.

Esse fenômeno psíquico corresponde ao que Piaget denomina

Ferreira (in Ferreira, 2013) aborda a compreensão do currículo como um projeto cultural e político, que introduz os sujeitos a um modo de vida específico, articulando conhecimentos, métodos, relações e valores que legitimam certas formas de autoridade e saber.
Nesse contexto, a autora apresenta o profissional da educação como

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Ao discutirem a alfabetização digital, Coll e Illera (in Coll e Monereo, 2010) abordam o ponto de vista semiótico.
Para os autores, nesse contexto em específico, a novidade e o interesse das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) residem no fato de que elas permitem

Boto (2014) propõe sua interpretação sobre a liturgia escolar, compreendendo que 

Bonamino e Sousa (2012) apresentam o Sistema de Avaliação Educacional de Pernambuco (Saepe) como exemplo da terceira geração da avaliação da educação básica no Brasil.
Essa política educacional de Pernambuco se configura como de terceira geração por ter como característica central

Alcântara (2022) observa que a relação entre a cultura escolar e a introdução das tecnologias da informação e comunicação (TICs) nas instituições de ensino comumente recai em uma abordagem de oposição “entre aqueles que defendem práticas inovadoras e os que se agarram a práticas tradicionais (...)”.
Na perspectiva da autora, os discursos antagônicos entre a inovação educacional e a resistência da escola à mudança são corroborados