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Prova FRONTE - 2026 - Prefeitura de Barra Bonita - SP - Professor PEB II - Educação Especial

9 questões encontradas

O processo de aprimoramento da equipe escolar para a inclusão, conforme proposto por Mittler (2007), exige uma análise sistêmica da cultura escolar. Em relação ao desenvolvimento de políticas inclusivas dentro da escola, qual das seguintes ações reflete a mudança paradigmática mais profunda e sustentável? 

Ainda sob a perspectiva de Mittler, a formação de professores para a inclusão deve superar o treinamento técnico. Qual elemento é considerado vital para que o professor regente assuma a responsabilidade pela aprendizagem de todos os alunos? 

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Ao analisar os contextos sociais da educação inclusiva, David Mittler argumenta que a inclusão não é um projeto meramente educacional, mas um imperativo de direitos humanos. Nesse sentido, qual é a crítica central feita aos modelos médicos de deficiência na educação? 

David Rodrigues e outros autores da obra defendem a transição da "escola da integração" para a "escola da inclusão". Qual é a premissa fundamental dessa transição no que tange à organização do ensino comum?

No contexto educacional de alunos com paralisia cerebral, a avaliação do potencial cognitivo é frequentemente mascarada por limitações motoras e de fala. Segundo o guia, qual deve ser a postura do educador frente ao aluno com grave comprometimento motor?

Eugênio Cunha, ao tratar das estratégias pedagógicas para o autismo, destaca a importância da mediação escolar. Considerando as funções executivas no Transtorno do Espectro Autista (TEA), qual é o foco principal da intervenção pedagógica sugerida pelo autor? 

A proposta de "remover barreiras" apresentada na obra baseia-se fortemente no Index para a Inclusão. De acordo com essa perspectiva, a inclusão efetiva ocorre quando a escola identifica barreiras que não são apenas arquitetônicas. Qual alternativa descreve corretamente a natureza das barreiras curriculares? 

Na perspectiva de Carlos Skliar em sua análise sobre a diferença na educação, a construção da "alteridade" nas escolas tem sofrido um processo de "invencionismo". Segundo o autor, qual é o risco pedagógico de tratar a diferença meramente como "diversidade"? 

Ao discutir a avaliação sob a ótica da inclusão, a obra propõe uma ruptura com o modelo classificatório. No contexto da mediação avaliativa para alunos com deficiência, qual é a principal implicação metodológica defendida para que a avaliação não se torne um instrumento de exclusão velada?