Pesquisas no campo da Educação Infantil indicam que os processos avaliativos devem se constituir como parte da ação pedagógica comprometida com a escuta, a observação atenta e a valorização da singularidade das experiências infantis. Tal compreensão decorre do reconhecimento de que a infância não é um estado preparatório, mas uma etapa plena da vida, em que as múltiplas formas de expressão e os tempos próprios do desenvolvimento devem ser respeitados. À luz dessas considerações, é coerente afirmar que:
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