Nesse contexto, a pedagoga é frequentemente chamada para mediar situações nas quais são evidenciadas atitudes sexistas. Ela observou, por exemplo, que um dos adolescentes passou a ser alvo constante de bullying por desempenhar atividades domésticas, socialmente reconhecidas como “serviço de mulher”. Com o objetivo de intervir na situação, a pedagoga organizou uma roda de conversa, dispondo-se a ouvir os adolescentes e provocá-los a refletir sobre as formas como as representações de feminino e masculino são produzidas e naturalizadas nos espaços sociais. Ela levantou questões como: precisamos nos enquadrar em papéis de gênero previamente definidos? Como esses papéis são atribuídos às mulheres e aos homens?
Diante do exposto, o objetivo da estratégia utilizada pela pedagoga foi
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