Sobre as relações interativas em sala de aula (Zabala, 1998), marque o que não é correto afirmar.
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Sobre as relações interativas em sala de aula (Zabala, 1998), marque o que não é correto afirmar.
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No Brasil dos anos 90, viveu-se um clima de maior liberdade, em que foram realizadas a reorientação das leituras pedagógicas, de acordo com Paulo Ghiraldelli. Nesse período, houve um enorme número de frentes de programas educacionais abertos e a criação de três grandes exames, sendo eles:
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A população indígena no Brasil está hoje estimada entre 350 a 500 mil índios em terras indígenas, segundo agências governamentais e não governamentais. Não há informações sobre índios urbanizados, embora muitos deles preservem suas línguas e tradições.
(INEP, 2007, p. 16.)
Assinale a afirmativa INCORRETA em relação à inclusão no currículo escolar da história e cultura indígena.
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“Uma das grandes, se não a maior, tragédia do homem moderno, está em que é hoje dominado pela força dos mitos e comandado pela publicidade organizada, ideológica ou não, e por isso vem renunciando cada vez, sem o saber, à sua capacidade de decidir. Vem sendo expulso da órbita das decisões.” (Freire, 1967, p. 43). Para fazer parte de algum grupo, as pessoas fazem coisas que não gostariam, mas se submetem para serem aceitas. As pessoas querem ser aceitas, pois desejam viver a sensação de igualdade, que é sinônimo de mesmice e não unidade. Essa igualdade é quebrada em pequenas diferenças que dão a sensação de diversidade, mas no fundo as pessoas vivem como rebanhos com a ilusão de individualidade, de seguir suas próprias ideias, de tomar suas próprias decisões enquanto seguem um mesmo padrão, ajustadas, adaptadas, acomodadas, em grupos, mas não, de fato, integradas. Parece paradoxal que ao mesmo tempo que as pessoas fazem parte de tantas “comunidades”, sintam-se cada vez mais solitárias e cada vez mais escutamos sobre o individualismo da nossa sociedade. Fazer parte dessas comunidades, agora cada vez mais virtuais, dá sensação de pertencimento, sem de fato pertencer. E estamos acompanhando o quanto certas comunidades têm incentivado comportamentos violentos como forma de se estabelecerem.
Diálogos da educação libertadora de Paulo Freire com a Educação Física Escolar. Available from: https://www.researchgate.net/publication/ 376263143_Dialogos_da_educacao_libertadora_de_Paulo_Freire_com_ a_Educacao_Fisica_Escolar#fullTextFileContent [accessed Dec 27 2023]. Adaptado
O trecho acima, recém-publicado em livro, alerta sobre a constante urgência em se trabalhar, desde a mais tenra idade, com a construção do pensamento crítico nas aulas de Educação Física escolar.
Nesse sentido, de acordo com a perspectiva Libertadora da Educação Física escolar é correto afirmar que
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De acordo com Fonseca e Brito (2023), o Movimento Renovador da Educação Física, que ganhou força nas décadas de 1980 e 1990, teve um papel fundamental para mexer com as bases biológicas e médicas que historicamente pautavam a área naquele momento. Desde então, as abordagens crítico-superadora e crítico-emancipatória defendem uma educação para a transformação social, propondo modelos de superação das contradições e injustiças sociais.
Apesar disso, as abordagens supracitadas não são convergentes em sua totalidade. No que se refere às características dessas abordagens, assinale a opção correta.
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“Precisamos compreender que, ao longo da sua história, a Educação Física foi colonizada por discursos higienistas, racistas, machistas e homofóbicos, forjados por conta de um projeto de sociedade que pretendia embranquecer a raça, colocar as mulheres em um lugar marginalizado, inviabilizar a existência de todo e qualquer corpo que fugisse do padrão binário e heteronormativo, além de manter no poder as elites dirigentes. Sim. A Educação Física, na sua hegemonia, é uma área conservadora, racista, machista, homofóbica e elitista.” (Maldonado, 2023, p. 23).
Com o objetivo de trazer à tona reflexões e discussões acerca das temáticas supracitadas, os Referenciais Curriculares da Rede Pública Municipal de Educação de Niterói (2022) incentivam as professoras e os professores de Educação Física a utilizarem os temas articuladores, de forma autônoma e criativa em suas aulas. São temas articuladores, referendados pelos referenciais mencionados, que melhor se articulam com as questões apontadas por Maldonado:
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De acordo com Soares (2007, p. 132) “[...] a Educação Física foi estruturada a partir do ideário burguês de civilidade, significando, de um lado, conquista individual e mágica de saúde física, e de outro, disciplinarização da vontade. Desse modo, constituiu-se em importante instrumento de construção da ordem [...]”. Assim, é correto afirmar que, em ordem cronológica, as tendências pedagógicas que marcaram a história da Educação Física brasileira foram:
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A avaliação é o instrumento de reflexão sobre a prática pedagógica na busca de melhores caminhos para orientar as aprendizagens das crianças. Ela deve incidir sobre todo o contexto de aprendizagem: as atividades propostas e o modo como foram realizadas, as instruções e os apoios oferecidos às crianças individualmente e ao coletivo de crianças, a forma como o professor respondeu às manifestações e às interações das crianças, os agrupamentos que as crianças formaram, o material oferecido e o espaço e o tempo garantidos para a realização das atividades. A avaliação, conforme estabelecido na Lei nº 9.394/96, deve ter a finalidade de acompanhar e repensar o trabalho realizado (DCNs, p. 97). Tradicionalmente, as avaliações em Educação Física resumem-se a alguns testes de força, resistência e flexibilidade, medindo apenas a aptidão física do aluno. O campo de conhecimento contemplado por esse formato avaliativo limita-se aos aspectos biofisiológicos. Embora a aptidão física possa ser um dos aspectos avaliados, deve-se considerar que cada indivíduo é diferente e tem motivações, limites e possibilidades particulares (PCNs, p. 36).
De acordo com Soares et al. (2012), a avaliação do processo de ensino da Educação Física escolar deve considerar
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“Na perspectiva curricular, denominada “cultural”, a experiência escolar é um campo aberto ao debate, ao encontro de culturas e à confluência de práticas corporais pertencentes aos vários setores sociais. O currículo cultural da Educação Física é uma arena de disseminação de sentidos, de polissemia, de produção de identidades voltadas para a análise, a interpretação, o questionamento e o diálogo entre e as culturas e a partir delas. [...].
O currículo cultural da Educação Física pretende borrar fronteiras, conectar manifestações dispersas e promover a análise e o compartilhamento dos seus significados. Parte do princípio de que, se a escola for concebida como ambiente adequado para discussão, vivência, ressignificação e ampliação da cultura corporal, será possível almejar a formação de cidadãos que identifiquem e questionem as relações de poder que historicamente impediram o reconhecimento das diferenças.”
NEIRA, Marcos Garcia. O currículo cultural da Educação Física: pressupostos, princípios e orientações didáticas. Revista e-Curriculum, São Paulo, v.16, n.1. 2018. Adaptado.
De acordo com Neira e Nunes (2020), o currículo cultural ou pós-crítico da Educação Física escolar
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“Não devemos ignorar que os conceitos são sempre recortes da realidade, tentativas de fragmentar para melhor se entender algo que se encontra presente de modo complexo em nossa vida. Assim, todos os conceitos têm limites claros, o que não significa que devam ser desprezados.” (Melo e Alves Júnior, 2003).
Sobre o conceito de lazer, os autores acima nos apresentam reflexões importantes que devem ser incluídas nas aulas de Educação Física escolar.
Segundo esses autores, o lazer pode ser considerado como
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