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Questões do órgão Prefeitura de Calçado - PE

14 questões encontradas · página 1 de 2

Rogers (1985) é considerado um dos mais influentes teóricos no campo das teorias humanistas da aprendizagem e da personalidade. Para ele, é pelo contato humano que se educa, e o professor deve atuar como um educador-facilitador, alguém realmente presente para seus alunos. O educador não deve adotar um modelo único de ensino, mas sim colocar os interesses e necessidades dos alunos em primeiro lugar. Esse método propõe que o estudante aprenda a aprender, enquanto o professor atua como um facilitador da aprendizagem, de forma autêntica, livre e singular, pautando-se na aceitação, confiança mútua e compreensão empática.

Fonte: LIMA, Letícia Dayane de; BARBOSA, Zildete Carlos Lyra; PEIXOTO, Sandra Patrícia Lamenha. Teoria Humanista: Carl Rogers e a Educação. Revista Interfaces Científicas − Humanas e Sociais, Aracaju, v. 7, n. 3, p. 73−82, jul./set. 2018.

Com base nessa perspectiva, julgue como Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as afirmações a seguir, referentes às características da teoria humanista da aprendizagem:

(__) O educador-facilitador deve ajudar o aluno a entrar em contato com seus interesses, objetivos e expectativas, incentivando-o a ser um agente ativo do próprio aprendizado.
(__) A teoria sugere a padronização e a universalização dos comportamentos, e que a relação entre aluno e professor não deve transcender o espaço da sala de aula.
(__) O professor também precisa expressar seus interesses, percepções e o desejo genuíno de ensinar, utilizando métodos estimulantes que favoreçam a construção de conhecimento e o envolvimento dos alunos.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA de cima para baixo

O avanço das tecnologias digitais tem induzido múltiplos reposicionamentos epistemológicos nas práticas pedagógicas contemporâneas. No campo das metodologias ativas, tais tecnologias não operam como instrumentos neutros de acesso à informação, mas como mediadores de experiências formativas cuja complexidade está ancorada nas relações entre intencionalidade pedagógica, mediação crítica e coautoria dos sujeitos. Contudo, práticas escolarizadas marcadas por funcionalismo digital e pela absorção acrítica de recursos tecnológicos têm revelado contradições entre inovação e reprodução. Diante dessas implicações, é conceitualmente mais compatível afirmar que:

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Pesquisas em gestão educacional demonstram que o planejamento pedagógico, quando desvinculado da realidade escolar e das condições concretas de aprendizagem, tende a se tornar um mero cumprimento de exigências formais, perdendo seu caráter reflexivo e transformador. Documentos recentes sobre organização escolar e orientações da Base Nacional Comum Curricular reforçam que planejar não significa apenas elaborar planos de aula, mas integrar currículo, diagnóstico das aprendizagens, contexto da escola e a participação de toda a comunidade educativa. Nessa perspectiva, entende-se que o planejamento pedagógico escolar deve priorizar, sobretudo, que:

A Resolução CNE/CEB nº 5/2009, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, representa um marco normativo que tensiona as práticas pedagógicas historicamente vinculadas a uma lógica escolar-formalizante e instaura novos compromissos com a criança como sujeito de direitos, situada em tempo e espaço sociais concretos. Todavia, a implementação dos princípios das DCNEI nas instituições demanda mais do que adesão formal: implica uma revisão profunda dos dispositivos simbólicos e estruturais que organizam a experiência educativa, bem como:

Nos anos iniciais do Ensino Fundamental, o ensino de História, conforme delineado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), deve ser compreendido como um campo formativo que visa à construção de referências temporais, identitárias e culturais em diálogo com as experiências sociais e afetivas das crianças. Com base nesse entendimento, assinale a alternativa mais coerente com os fundamentos teóricos da BNCC e das diretrizes do ensino de História nos anos iniciais:

Estudos recentes sobre a avaliação da aprendizagem evidenciam que a mudança da nomenclatura de "exame" para "avaliação" não implica automaticamente uma transformação profunda da prática escolar; ao contrário, persistem em muitos casos rotinas classificatórias e hierarquizadas, que se distanciam das concepções formativas e emancipatórias da avaliação. Diante desse cenário, pode-se considerar que: 

Considere as afirmativas relacionadas ao Estatuto da Criança e do Adolescente apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes, entre outros, o direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores.
(__) É dever da instituição de ensino, clubes e agremiações recreativas e de estabelecimentos congêneres assegurar medidas de conscientização, prevenção e enfrentamento ao uso ou dependência de drogas ilícitas.
(__) O poder público estimulará pesquisas, experiências e novas propostas relativas a calendário, seriação, currículo, metodologia, didática e avaliação, com vistas à inserção de crianças e adolescentes excluídos do ensino fundamental obrigatório.

Assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo:

As Diretrizes e Bases da Educação Nacional, instituídas pela Lei nº 9.394/1996, estabelecem no Art. 5º que o acesso à educação básica obrigatória é direito público subjetivo, podendo qualquer cidadão, grupo de cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou o Ministério Público acionar o poder público para exigi-lo. Nesse sentido, o poder público, dentro de sua esfera de competência federativa, deve adotar determinadas ações de garantia desse direito. Analise as afirmações a seguir e julgue-as como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

(__) Recensear anualmente, somente as crianças e adolescentes em idade escolar.

(__) Fazer-lhes a chamada pública.

(__) Zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela frequência à escola.

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA, de cima para baixo.

Vinte e seis anos após a divulgação do Informe Warnock, identifica-se, no conceito adotado pela Declaração de Salamanca (1994), a presença das ideias centrais já formuladas no início da década de 1970. Essas concepções foram preservadas na expressão extraída do Informe e retomadas sob o paradigma de uma escola de qualidade para todos, ou seja, uma escola inclusiva. O próprio Informe Warnock já abordava a importância da não segregação dos alunos com dificuldades de aprendizagem, incentivando sua integração sob três formas principais: (X) . Tais ideias evoluíram e reaparecem na Declaração de Salamanca, no conceito de escolas integradoras, compreendidas como aquelas que buscam educar, com êxito, todas as crianças, adolescentes e jovens, inclusive aqueles com deficiências graves.

Fonte: Edler Carvalho, Rosita. Removendo barreiras para a aprendizagem: educação inclusiva. Porto Alegre: Mediação, 2000.

Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) do texto.

Em vez de uma postura passiva de recepção de conteúdo, os alunos são incentivados a construir o conhecimento por meio da resolução de problemas, criação de projetos e colaboração, muitas vezes com o apoio de tecnologias digitais. Marque a alternativa CORRETA que corresponde uma abordagem pedagógica coloca o estudante como protagonista do seu processo de aprendizagem, utilizando estratégias como a Aprendizagem Baseada em Projetos e a Sala de Aula Invertida.