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Questões do órgão Prefeitura de Nova Floresta - PB

54 questões encontradas · página 5 de 6

Considerando os fundamentos da Lei nº 12.764/2012 (Lei Berenice Piana), especialmente no que se refere à garantia de direitos e à qualificação das práticas educacionais inclusivas, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I. A legislação assegura o incentivo à formação e à capacitação de monitores de crianças atípicas como estratégia para a efetivação da inclusão educacional.

PORQUE

II. A centralidade das ações previstas na lei recai sobre os profissionais da Educação, por não haver diretrizes que envolvam a articulação com a família no processo de formação e de capacitação.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:

Ao observar o planejamento da rede municipal, a Secretaria de Educação identificou que crianças integrantes da creche, as quais são residentes em uma comunidade rural, estavam sendo deslocadas diariamente para uma escola localizada a 18 km de distância, sob a justificativa de “otimização de turmas”.

Considerando a legislação vigente para a oferta educacional no campo e na Educação Infantil (EI), qual deve ser a orientação CORRETA para reorganizar o atendimento dessas crianças?

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Considerando a relação entre o brincar e o processo de desenvolvimento e de aprendizagem de brinquedos musicais na creche para bebês que ainda não engatinham, analise as afirmativas a seguir.

I. A escolha de brinquedos musicais deve considerar o conforto acústico, privilegiando aqueles que produzam sons curtos e mecanismos de corda.

II. A presença de luzes intermitentes e músicas é sempre recomendada, pois favorece a estimulação contínua e dispensa avaliação quanto à sobrecarga sensorial.

III. Por se tratar de bebês que ainda não engatinham, torna-se desnecessário verificar se existe risco de acesso a pilhas.

IV. Brinquedos musicais podem apresentar qualquer intensidade sonora, desde que chamem a atenção da criança.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

Em uma organização interna da creche, a equipe gestora propôs uma atividade de formação continuada para os monitores, envolvendo estudo coletivo, análise de situações reais da rotina e participação em uma mostra pedagógica de literatura. À luz da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), é CORRETO afirmar que essa ação:

Com o corpo, segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as crianças exploram o mundo, o espaço e os objetos do seu entorno, estabelecem relações, expressam-se, brincam e produzem conhecimentos sobre si, sobre o outro, sobre o universo social e cultural, tornando-se, progressivamente, conscientes dessa corporeidade.

A partir deste contexto, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- As crianças devem evitar alguns movimentos dentro dos espaços da creche, dentre eles: caminhar apoiando-se em berços, saltar, escalar e equilibrar-se.

PORQUE

II- Na Educação Infantil, o corpo das crianças tem centralidade no processo educativo, sendo por meio dele que elas identificam suas potencialidades e seus limites.

A partir desse contexto, é CORRETO afirmar que:

“O processo de ensino e aprendizagem da História no Ensino Fundamental – Anos Finais está pautado por três procedimentos básicos. O segundo procedimento diz respeito à escolha de fontes e documentos” (Brasil. 2018, p. 418).
Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2018. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em-tempo integral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.pdf.p418. Acesso em: 31 mar. 2026.
Considerando a Base Nacional Comum Curricular e o documento histórico enquanto elemento facilitador do exercício docente, analise as afirmativas a seguir.
I- O documento, para o historiador, é o campo da produção do conhecimento histórico; portanto, é esta a atividade mais importante a ser desenvolvida com os alunos.
II- O professor de História, ao trabalhar com alunos das séries finais do Ensino Fundamental, deve se preocupar especificamente com a compreensão do tempo e do espaço, no sentido de pertencimento a uma comunidade.
III- O aluno das séries finais do Ensino Fundamental não está apto para trabalhar com fontes históricas. Por isso, o professor de História deve trabalhar apenas com fontes bibliográficas, conforme o ano em que o educando está cursando.
É CORRETO o que se afirma apenas em:

Segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), uma das habilidades que o aluno do 9º ano do Ensino Fundamental tem que desenvolver é: “Discutir e analisar as causas da violência contra populações marginalizadas (negros, indígenas, mulheres, homossexuais, camponeses, pobres etc.) com vistas à tomada de consciência e à construção de uma cultura de paz, empatia e respeito às pessoas” (Brasil, 2018, p. 431).
Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2018. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/escola-em tempointegral/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal.Pdf.p431 Acesso em: 31 mar. 2026.
O professor de História, ao lecionar nesta série, 9º ano, tem como meta o desenvolvimento, entre outras, desta habilidade contém. É CORRETO afirmar que um objeto do conhecimento correspondente à habilidade supracitada é a(o):

Texto associado à questão
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Em busca de um método: as estratégias do fazer História
        Falar de método é falar de um como, de uma estratégia, de abordagem, de um saber-fazer. Formulada a pergunta que constrói o tema como objeto a partir de um referencial teórico dado, como trabalhar os inícios ou traços que chegam desde o passado?
        É a questão formulada, ou o problema que ilumina o olhar do historiador, que transforma os vestígios do passado em fonte ou documento, mas é preciso fazê-lo falar. Caso contrário, eles revelam somente a existência de um outro tempo, de um antigo, em que os homens falavam diferente, nesse país estranho do passado, como David Lowenthal, retornando as palavras de L.P. Hartley.
        Mas, afinal, qual seria o método do historiador e, particularmente, esse método concebido pela História Cultural? (Pesavento, 2003)
Fonte: PESAVENTO, Sandra Jatahy. História & História Cultural. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.

O professor, ao trabalhar com turmas das séries finais do Ensino Fundamental, pode motivar os discentes a construir o conhecimento de um determinado tema utilizando um dos métodos da História Cultural, buscando com os alunos vestígios, como um policial, como um detetive faz, como afirma Carlo Ginzburg.
É CORRETO afirmar que este método corresponde ao (à):

Texto associado à questão
Leia o Texto I para responder à questão.
Inteligência Artificial pode ser usada na escola? Entenda os limites e saiba como estabelecer regras
Uso ético da IA na Educação depende do incentivo a discussões a respeito do tema, mas também da criação de diretrizes para orientar boas práticas
Por Dimítria Coutinho - 27/08/2025
        Dentro da escola, os alunos podem usar a Inteligência Artificial (IA) para criar textos? E para corrigir produções? Já os professores, estão autorizados a criarem planos de aula com a IA? Ou isso é proibido? Essas são algumas das várias perguntas que surgem quando o assunto é o uso da IA, sobretudo a generativa, dentro das escolas.
        Embora muitos docentes e estudantes já estejam fazendo uso dessas plataformas, os limites ainda não parecem bem estabelecidos. Diante disso, fica evidente a importância de trabalhar a ética relacionada à IA, garantindo que seu uso seja crítico, seguro e responsável.
        “Dentro do processo de aprendizagem, o estudante precisa ser capaz de navegar por um mundo altamente mediado por tecnologias e depois saber fazer suas próprias escolhas. Para o professor, é a mesma coisa: ele tem que se sentir capaz de fazer escolhas pedagógicas e entender que não precisa ser um expert em IA para utilizá-la”, afirma Giselle Santos, consultora pedagógica de inovação e gestão de portfólio do Instituto Escolas Criativas.
        Enquanto alguns professores ainda têm medo da IA, outros já estão usando e abusando dela, muitas vezes sem pensar muito nas consequências. É preciso, porém, encontrar um caminho do meio, defende Soraya Lacerda, coordenadora do maker space da Casa Thomas Jefferson, um centro binacional conhecido pelo ensino da Língua Inglesa, em Brasília. “Vivemos um momento no qual todos estão testando os limites não só das ferramentas de IA, mas também do seu conhecimento, do uso e da interação dessas tecnologias com sua sala de aula”, observa ela. 
        IA: riscos e potenciais
        Nesse meio do caminho sugerido pela especialista, estão as boas práticas de uso pedagógico da IA. Em primeiro lugar, é necessário entender as potencialidades da IA na educação básica, mas sem ignorar seus riscos, que não são poucos.
        Para Lynn Alves, doutora em Educação e professora da Universidade Federal da Bahia (UFBA), um dos grandes potenciais da IA em sala de aula é seu uso como uma assistente. É ela quem vai otimizar tarefas, indicar diferentes formas para resolver um problema, mostrar erros em um texto e ajudar a buscar informações. Vale a pena esclarecer que, mesmo que sirva de apoio ou suporte, está nas mãos de quem a usa a IA a tarefa de orientar e mediar as interações com a plataforma escolhida. 
        A escola, por sua vez, precisa impulsionar a autonomia dos estudantes e seu protagonismo. Mas abraça a responsabilidade de ensiná-los a se tornarem curadores do que a IA entrega. Isso significa checar, procurar outras fontes, se inspirar para resolver os problemas por si só e, acima de tudo, utilizar as informações para construir um pensamento crítico acerca do mundo e, também, das tecnologias. Acima de tudo, é fazer reflexões críticas a ponto de perceber se os resultados são confiáveis, atualizados e não tendenciosos. “Primeiro, o próprio professor tem que aprender a usar a IA dessa forma para que ele possa orientar os alunos para o uso cuidadoso, ético e de qualidade”, defende a professora. 
        Entre os riscos da IA, um dos mais importantes é a possibilidade de gerar informações falsas, sem qualquer tipo de referência ancorada na realidade. A isso, dá-se o nome de alucinações: é quando a IA entrega um conteúdo de forma muito convincente, com cara de verdade, mas é mentira. Ao interagir com os chatbots de IA sem recorte crítico, os estudantes tendem a acreditar em suas respostas, não colocando em cheque as informações devolvidas. Caso o aluno não esteja bem fundamentado nos conteúdos – ou seja, não aprendeu –, existe o risco de delegar a gestão do conhecimento para a IA em vez de fazer uso dessas ferramentas de forma produtiva. 
        “Quando você pergunta a uma IA generativa sobre um tema muito específico da nossa cultura, corre o risco de vir uma informação totalmente enviesada e equivocada, com questões ideológicas inclusive, que comprometem a fidedignidade daquele fato histórico”, exemplifica Lynn. 
        Para que os estudantes tenham autonomia para tomar esse tipo de decisão, vale abordar a questão da ética dentro da escola. Giselle aconselha não se resumir a orientações, mas ensinar a turma a questionar sempre que acessar uma plataforma: quem a programou? Qual a intenção da empresa? Qual o contexto em que essa IA foi criada? Por que será que ela me deu essa resposta?
        “É interessante trabalhar a ética na forma de perguntas que estimulem o pensamento e que esses estudantes passem a ser também decisores, não só consumidores. A formação é muito mais cidadã quando você não decide pelo estudante, mas o informa para que ele decida por ele mesmo”, argumenta Giselle.
Fonte: COUTINHO, Dimítria. Inteligência Artificial pode ser usada na escola? Entenda os limites e saiba como estabelecer regras. In: Revista Nova Escola. Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/22442/diretrizes-uso-etico-de-inteligencia-artificial-ia-nas-escolas Acesso em: 23 dez. 2025. [adaptado]

Considerando o Texto I, os estudos sobre letramentos digitais e as orientações curriculares contemporâneas para o ensino de Língua Portuguesa, é CORRETO afirmar que a leitura e a produção de textos em ambientes digitais pressupõem:

Texto associado à questão

Para responder à questão.

Texto II

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Texto III

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Os textos II e III, além de verbais, articulam elementos visuais e contextuais para a construção de sentidos. Considerando a perspectiva dos multiletramentos no ensino de Língua Portuguesa e as orientações da Base Nacional Curricular BNCC), assinale a alternativa que indica a prática pedagógica CORRETA para o trabalho em sala de aula.