Kishimoto (2002), ao organizar diferentes perspectivas teóricas sobre o brincar, analisa como o jogo simbólico permite à criança representar a realidade e elaborar conflitos internos. A autora ressalta que, ao brincar, a criança mobiliza processos mentais complexos que envolvem a imaginação e a regra interna. No pensamento de Vygotsky, citado na obra, o brincar cria uma situação imaginária que permite à criança atuar além de seu comportamento habitual, estabelecendo o que o autor denomina:
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