Ir para o conteúdo

Questões do órgão Prefeitura de Dracena - SP

35 questões encontradas · página 1 de 4

Jackson (2006) discute a especificidade do atendimento em creche, enfatizando que a qualidade das interações entre o educador e o bebê é o fator determinante para o desenvolvimento emocional e cognitivo. A autora destaca que as rotinas de cuidados corporais, como a troca de fraldas e a alimentação, não devem ser vistas como tarefas meramente mecânicas, mas como momentos privilegiados de aprendizagem e fortalecimento de vínculos. O conceito que define essa abordagem, onde o cuidado físico é indissociável da promoção do bem-estar psíquico, é o:

Kishimoto (2002), ao organizar diferentes perspectivas teóricas sobre o brincar, analisa como o jogo simbólico permite à criança representar a realidade e elaborar conflitos internos. A autora ressalta que, ao brincar, a criança mobiliza processos mentais complexos que envolvem a imaginação e a regra interna. No pensamento de Vygotsky, citado na obra, o brincar cria uma situação imaginária que permite à criança atuar além de seu comportamento habitual, estabelecendo o que o autor denomina:

Quer ver o gabarito comentado?

Crie sua conta gratuita em menos de 1 minuto: gabarito comentado, caderno de erros, revisões e desempenho por assunto.

Criar conta grátis

Oliveira et al. (2009) abordam a importância do "faz de conta" na creche como uma linguagem fundamental para a criança pequena processar sua inserção na cultura. As autoras argumentam que o espaço físico da creche deve ser organizado para oferecer "cenários" que estimulem a exploração simbólica e a interação entre os pares. A função do professor, nesse contexto, é a de organizar o ambiente e observar as brincadeiras para intervir apenas quando necessário para ampliar as possibilidades de exploração. Essa postura docente é definida como:

A Política Nacional de Educação Infantil (2006) estabelece os fundamentos para garantir o direito das crianças de zero a seis anos a uma educação de qualidade. O documento reafirma que a Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica e deve ser integrada aos sistemas de ensino. Um dos pilares desta política é o reconhecimento de que o atendimento em creches e pré-escolas deve superar a herança histórica de fragmentação entre a assistência social e a educação, consolidando o binômio: 

Abramowicz e Wajskop (1995) defendem que as atividades na creche devem superar a lógica assistencialista e custodial, integrando cuidado e educação mediante propostas intencionais que respeitem a singularidade e a capacidade expressiva das crianças de zero a seis anos. Ao planejar atividade de modelagem com argila para crianças de 2 anos sem modelo a copiar ou resultado esperado, a professora priorizou a exploração sensorial livre e a expressão criativa autônoma. Essa concepção de atividade que valoriza o processo expressivo em detrimento do produto final fundamenta-se na perspectiva de:

Cavicchia (2017) argumenta que o cotidiano da creche organizado pedagogicamente constitui experiência educativa intencionalmente planejada, na qual rotinas, espaços, materiais e interações compõem projeto pedagógico coerente que respeita o desenvolvimento integral da criança pequena. Ao estruturar os momentos de chegada, alimentação, sono, higiene e brincadeira com sequência previsível e estável, a professora favorecia nas crianças de 1 ano a construção de referências temporais e a segurança afetiva necessária ao desenvolvimento. Esse conjunto organizado e intencional de atividades cotidianas que estrutura o tempo pedagógico na creche denomina-se:

Gil e Almeida (2001) destacam que a brincadeira na creche não é atividade espontânea desprovida de intencionalidade pedagógica, mas contexto privilegiado de aprendizagem que demanda mediação qualificada do professor para ampliar repertório, linguagem e interações das crianças pequenas. Ao introduzir-se na brincadeira de faz de conta de crianças de 3 anos assumindo personagem que enriquecia o enredo sem dirigir nem interromper a narrativa infantil, a professora exercia papel mediador específico. Essa forma de participação docente intencional no jogo simbólico infantil sem assumir controle da brincadeira denomina-se: 

Goldschmied e Jackson (2006) propõem que bebês de 6 a 12 meses, período em que a criança explora ativamente o mundo pelos sentidos e pela ação motora oral e manual, beneficiam-se de atividade específica que disponibiliza cesta com objetos de materiais naturais variados (madeira, metal, couro, tecido, borracha) para exploração livre e autônoma sem intervenção diretiva do adulto. Essa proposta de atividade para bebês, que estimula os sentidos, a atenção concentrada e a iniciativa exploratória na ausência de brinquedos industrializados, é denominada cesta do:

Durante o trajeto matutino, um monitor observa que um grupo de alunos do ensino fundamental iniciou uma discussão acalorada que evoluiu para o arremesso de objetos dentro do veículo em movimento. A situação coloca em risco a concentração do condutor e a integridade física dos demais passageiros. De acordo com as normas de comportamento e disciplina, a intervenção imediata do monitor deve visar a manutenção da ordem sem comprometer a segurança viária, devendo este reportar o ocorrido à autoridade competente para as providências administrativas cabíveis. O setor responsável por receber este tipo de ocorrência disciplinar no âmbito da estrutura educacional é a:

Ao realizar o acompanhamento do trajeto casa/escola/casa, o monitor de transporte depara-se com um aluno que apresenta mobilidade reduzida e necessita de auxílio técnico para o embarque. A legislação e os protocolos de atendimento a alunos com necessidades especiais determinam que o monitor deve oferecer apoio físico e garantir a fixação correta de equipamentos auxiliares, como cadeiras de rodas, nos pontos de ancoragem do veículo. Essa conduta de suporte e respeito à dignidade do estudante é fundamentada no princípio da: