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Questões da banca LEGALLE

69 questões encontradas · página 5 de 7

Acerca da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), componente curricular Geografia nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, analise as assertivas a seguir e julgue V, para as Verdadeiras, ou F, para as Falsas:

( ) O ensino de Geografia deve favorecer a compreensão das relações entre sociedade e natureza, considerando a construção, a organização e as transformações dos espaços vividos pelos alunos.
( ) O estudo do espaço geográfico nos Anos Iniciais deve contemplar diferentes escalas de análise, partindo das vivências dos alunos e ampliando progressivamente a compreensão de contextos locais, regionais, nacionais e mundiais.
( ) A organização do componente curricular Geografia na BNCC prioriza a sistematização sequencial de referenciais cartográficos formais como eixo estruturante do processo de aprendizagem, subordinando a análise das relações socioespaciais à consolidação técnica da linguagem cartográfica.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima? 

O planejamento pedagógico nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental deve: 

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No contexto da inclusão escolar, é CORRETO afirmar que o trabalho pedagógico com alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, deve:

 A respeito do desenvolvimento e aprendizagem nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, analise o trecho abaixo:

Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, o desenvolvimento e a aprendizagem são compreendidos como processos interdependentes, construídos nas interações sociais e nas experiências educativas, cabendo ao Professor organizar práticas pedagógicas que promovam _______________.

Preenche CORRETAMENTE a lacuna:

Texto associado à questão

Para responder à questão, leia o texto abaixo.

ODS 5: Alcançar a Igualdade de Gênero e Empoderar

Todas as Mulheres e Meninas

    Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas até 2030 é o quinto Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) adotado por todos os Estados-nação membros da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015. O Brasil teve, ao longo de toda a discussão e negociação dos então Objetivos do Milênio (ODMs) e hoje ODS, um importante papel para a definição deste objetivo ao sustentar posição progressista e avançada nos temas relacionados à agenda de direitos humanos e redução das desigualdades, característica histórica de sua atuação no âmbito das relações internacionais.

    As nove metas globais que compõem o ODS 5 dão conta da quase totalidade das dimensões mais relevantes da desigualdade de gênero. Assim, as metas do ODS 5 cobrem desde temas clássicos, como a violência ou a saúde reprodutiva, até temas relativamente novos, como a igualdade no acesso às tecnologias da informação e a efetividade do arcabouço específico de políticas de redução das desigualdades de gênero. Para dar conta desta amplitude de temas, como em outros objetivos, o ODS 5 tem inúmeras metas formuladas como uma espécie de guarda-chuva, a fim de acolher diversas facetas de um mesmo fenômeno. Além disso, uma característica marcante do ODS 5 é a irredutibilidade das metas relacionadas à violência, à discriminação e às práticas nocivas, que estabelecem a redução total destes fenômenos, utilizando termos como "acabar" e "eliminar", bastante em linha com a abordagem internacional dos direitos humanos.

    Vale destacar que o Brasil está em nível avançado de reconhecimento das pautas de direitos humanos no âmbito do debate público nacional, da ação governamental e da ação das organizações não governamentais (ONGs). Ao reconhecer a diversidade da população brasileira, assume-se que a própria desigualdade de gênero se expressa de forma distinta para diferentes grupos. Nesse sentido, entende-se que, para a efetiva redução da desigualdade e da discriminação de gênero, é preciso enxergá-las como fenômenos perpassados pela desigualdade racial, pelo ciclo de vida, pela segmentação territorial e regional e pelo capacitismo, entre outros.

    Ao adotar essa perspectiva, o ODS 5 se aproxima da ideia de "não deixar ninguém para trás", apontando para a necessidade de efetivar políticas públicas, ações privadas e mudanças culturais que combatam as desigualdades de forma integrada. Ademais, a inscrição de grupos sociais particularmente subalternizados no texto das metas impõe o dever de construírem-se indicadores adequados à sua mensuração, incentivando a visibilidade quantitativa desses grupos e fenômenos.

Fonte: INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA (Ipea).

Cadernos ODS: alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as

mulheres e meninas: o que mostra o retrato do Brasil? Brasília, DF:

Ipea, 2019 (com adaptações).

O texto aponta que a inclusão expressa de grupos sociais particularmente subalternizados nas metas do ODS 5 traz uma implicação direta para a gestão e o planejamento de políticas públicas. De acordo com o texto, a inscrição desses grupos impõe o dever de:

Segundo a obra organizada por Ilma Passos Veiga sobre o Projeto Político-Pedagógico (PPP), a etapa que consiste em "Levantar indicadores pessoais e escolares dos alunos (se possível, comparar esses últimos com avaliações de outras escolas, cidades, estados) e indicadores sobre a equipe pedagógica; levantar as condições materiais e financeiras; e examinar o entorno da escola e as possibilidades de um trabalho conjunto ou enriquecido pela comunidade" refere-se a:

Analise a afirmação abaixo:
"[...] O que eu quero dizer é que a educação, como formação, como processo de conhecimento, de ensino, de aprendizagem, se tornou, ao longo da aventura no mundo dos seres humanos, uma conotação de sua natureza, gestando-se na história, como a vocação para a humanização de que falo na Pedagogia do oprimido e na Pedagogia da esperança, um reencontro com a Pedagogia do oprimido. Em outras palavras e talvez reiteradamente, não é possível ser gente sem, desta ou daquela forma, se achar entranhado numa certa prática educativa. E entranhado não em termos provisórios, mas em termos de vida inteira. O ser humano jamais para de educar-se."
Diante do excerto acima, a qual autor(a)/filósofo(a) da Educação pertence essa afirmação?

A Lei nº 10.639/2003 altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática História e Cultura Afro-Brasileira, e dá outras providências.
No que tange à obrigatoriedade dessa temática, assinale a alternativa CORRETA.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) depende do adequado funcionamento do regime de colaboração para alcançar seus objetivos. Embora a implementação seja prerrogativa dos sistemas e das redes de ensino, a dimensão e a complexidade da tarefa vão exigir que União, Estados, Distrito Federal e Municípios somem esforços. Nesse contexto, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o papel atribuído à União.

O conceito de competência, adotado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), marca a discussão pedagógica e social das últimas décadas e pode ser inferido no texto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), especialmente quando se estabelecem as finalidades gerais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Nesse sentido, de acordo com o texto da BNCC, a competência é definida como: