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Questões do órgão Prefeitura de Dracena - SP

35 questões encontradas · página 3 de 4

Bossa (2009) analisa as dificuldades de aprendizagem sob uma ótica multicausal, diferenciando o que são problemas de escolarização de transtornos específicos que exigem diagnóstico clínico. A autora enfatiza que a escola deve estar atenta aos sinais que indicam obstáculos no desenvolvimento cognitivo ou emocional, promovendo uma abordagem que integre os aspectos psicopedagógicos. O transtorno de aprendizagem que se caracteriza especificamente por dificuldades acentuadas no reconhecimento de palavras, na decodificação e na soletração é a:

Carvalho (2004) propõe uma reflexão sobre a educação inclusiva, argumentando que incluir não significa apenas garantir a matrícula de alunos com deficiência no ensino regular, mas promover uma mudança sistêmica na cultura escolar. Para a autora, a escola deve ser capaz de remover barreiras e oferecer apoios que garantam a participação de todos, respeitando as singularidades. O conceito que define a oferta de recursos e estratégias diferenciadas para que cada aluno alcance seu máximo potencial é a: 

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Cortella (2015) discute a ética como uma prática que envolve a capacidade de decidir, escolher e agir visando o bem comum dentro da convivência social. O autor defende que a educação deve fomentar a "audácia", entendida como o esforço para transformar a realidade e não apenas aceitá-la. A conduta ética do educador, que se manifesta na recusa à indiferença e no compromisso com a formação integral do aluno, é denominada:

Ferreiro (2003) revolucionou a alfabetização ao demonstrar que as crianças possuem hipóteses sobre o sistema de escrita muito antes de dominarem as convenções ortográficas. A autora descreve os diferentes níveis de evolução da escrita, nos quais a criança tenta coordenar a quantidade e a qualidade das letras com a sonoridade das palavras. O nível em que o aluno começa a estabelecer a correspondência entre cada letra (ou sinal gráfico) e uma sílaba da palavra falada é o:

Kamii (1998) demonstra que a construção do número pela criança não resulta de transmissão verbal ou treino mecânico, mas de abstração reflexionante que emerge da coordenação mental de relações entre objetos estabelecidas pela própria criança. Ao propor que alunos do 1º ano jogassem boliche registrando pontos e comparando resultados em duplas, sem ensino direto de algoritmos, a professora favorecia a reinvenção do sistema numérico. Segundo Kamii, o princípio de aprendizagem matemática que fundamenta essa prática é a:

Lemov (2011) sistematizou técnicas de ensino observadas em professores de alto desempenho, identificando que a qualidade das perguntas formuladas pelo docente constitui fator decisivo para o engajamento cognitivo dos estudantes. Ao reformular questões superficiais em perguntas que exigiam justificativa, comparação e análise dos alunos do 4º ano durante correção coletiva de atividade, a professora aplicava técnica que eleva o nível de exigência cognitiva sem excluir estudantes do processo. Essa técnica de Lemov que reformula respostas corretas mas rasas exigindo maior elaboração denomina-se:

Lerner (2002) defende que o desafio da escola é fazer da leitura e da escrita práticas sociais reais dentro do espaço escolar, preservando sua natureza comunicativa e funcional sem reduzi-las a objetos de ensino mecânico e descontextualizado. Ao propor que alunos do 2º ano produzissem cartas reais destinadas a estudantes de outra escola, com envio e recebimento efetivo de respostas, a professora inseria as crianças em prática letrada autêntica. Essa concepção de ensino de língua que organiza o trabalho pedagógico em torno de práticas sociais reais de uso da escrita fundamenta-se na perspectiva de:

Libâneo (2017) sustenta que a escola eficaz articula intencionalmente dimensões pedagógica, administrativa e comunitária mediante gestão democrática que envolve todos os sujeitos nos processos decisórios, garantindo unidade entre objetivos educacionais e práticas cotidianas. Ao convocar professores, funcionários, pais e alunos para elaborar coletivamente o projeto político-pedagógico da escola, o diretor exercia função gestora específica. Essa modalidade de gestão escolar que distribui poder decisório e responsabilidades entre todos os segmentos da comunidade escolar denomina-se gestão:

Luckesi (2010) critica a cultura do exame historicamente consolidada nas escolas brasileiras, na qual a avaliação serve predominantemente para aprovar ou reprovar, gerando ansiedade, medo e exclusão, em vez de subsidiar decisões pedagógicas orientadas para a aprendizagem de todos. Ao utilizar os resultados de prova do 5º ano não para lançar notas, mas para identificar quais conteúdos precisavam ser retrabalhados com toda a turma, a professora subvertia a lógica excludente do exame. Segundo Luckesi, a função da avaliação que orienta essa prática é a função:

No planejamento pedagógico de Arte, o(a) docente precisa articular finalidades educativas que ultrapassem a execução técnica, integrando formação humana, leitura crítica de imagens e produção com sentido, em consonância com uma concepção de educação que compreende o sujeito como histórico, cultural e capaz de atribuir significado às práticas simbólicas. Indique o fundamento educacional central: