O trabalho coletivo é dimensão fundamental para uma prática pedagógica ética, inclusiva e democrática, pois
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O trabalho coletivo é dimensão fundamental para uma prática pedagógica ética, inclusiva e democrática, pois
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A respeito da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), assinale a alternativa INCORRETA.
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Com base nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, assinale a alternativa correta.
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Todo ano letivo, uma escola estadual desenvolve uma feira de ciências do ensino médio. Neste ano, o projeto chama-se “Memórias para o Amanhã”, segundo o qual os estudantes deverão pesquisar a comunidade onde residem, entrevistar diferentes gerações e identificar problemas sociais. Ao final, os estudantes deverão produzir textos multimodais que conectem cultura local, sustentabilidade e inovação. Entre as ações pedagógicas propostas, qual está mais alinhada às orientações do Referencial Curricular Gaúcho para o Ensino Médio (RCGEM) expressas na Resolução nº 0361/2021?
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Em um debate formativo sobre o processo de reformulação da parte diversificada do currículo escolar, os professores e gestores não entraram em consenso sobre como aprofundar os conteúdos curriculares no ambiente da sala de aula. Considerando o que estabelece o Parecer CEED/RS nº 323/1999, que institui as Diretrizes Curriculares do Ensino Fundamental e do Ensino Médio para o Sistema Estadual de Ensino, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada para a organização da parte diversificada do currículo.
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Considere que a Secretaria de Educação (Seduc) demandou que as escolas, ao longo do ano letivo, desenvolvam ações de valorização da história e cultura afro-brasileira no cotidiano escolar. O propósito é combater o racismo estrutural e valorizar a trajetória histórica e cultural de personagens negros gaúchos.
Diante desse contexto, à luz da Resolução CNE/CP nº 1/2004, é correto afirmar que
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A Lei nº 9.394/1996, conhecida como Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), auxilia na regulamentação da educação brasileira, estabelecendo princípios; por meio desta, diversas inovações foram instituídas. Com base na LDB, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. A educação básica compreende a educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio, sendo organizada de forma progressiva e integrada.
II. A gestão democrática do ensino público é um princípio estabelecido pela LDB, prevendo a participação da comunidade escolar na construção do projeto pedagógico.
III. A LDB estabelece que a educação infantil é a etapa complementar, de oferta facultativa pelos sistemas públicos, e não é considerada parte obrigatória da educação básica.
IV. De acordo com a LDB, a organização da educação nacional deve ocorrer em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.
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No exercício da docência na escola pública, o professor assume funções que vão além do ensino em sala de aula, envolvendo a mediação de conflitos, a promoção da equidade e a ética no trato com os diferentes sujeitos educacionais. Considerando esses aspectos, assinale a alternativa correta.
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Durante a reunião de início do ano letivo, o gestor de uma escola pública propôs que fossem definidas metas de longo prazo para melhorar os índices educacionais da instituição, tais como elevar o IDEB em cinco anos, aumentar a permanência dos alunos até o ensino médio e promover ações intersetoriais de combate à evasão escolar. Para isso, iniciou a construção de um plano alinhado com a missão institucional, prevendo diretrizes amplas e ações futuras. Com base na situação apresentada, é correto afirmar que o tipo de planejamento adotado é o
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Considere o texto a seguir para responder à questão.
Texto 1
Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo
[...]
Por Sérgio Rodrigues
Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?
Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?
O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?
Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?
O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?
Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.
Em uma aula cujo objeto de ensino engloba as práticas de leitura, interpretação e produção textual, à luz da BNCC (Brasil, 2018), além das práticas de multiletramento, considere o seguinte excerto, extraído da crônica, gênero textual que circula tanto no meio impresso quanto no digital, e analise como suas características multimodais e discursivas podem ser trabalhadas em sala de aula no ensino médio:
“No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?”.
Assinale a alternativa que melhor articula uma proposta de atividade integrada, considerando:
• conteúdo temático (as ressignificações da linguagem na cultura digital); • estilo (híbrido entre crônica e ensaio, com marcas de oralidade); • construção composicional (adaptação ao suporte impresso e digital); • multimodalidade (recursos linguísticos e não linguísticos em diferentes mídias); • produção textual (prática de escrita com base no multiletramento).
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