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Prova Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Jacobina do Piauí - PI - Auxiliar de Sala de Aula – 40h

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Por volta dos 4 a 5 anos, a criança começa a desenvolver a 'Teoria da Mente', que é a capacidade de compreender que os outros têm crenças e desejos diferentes dos seus. Portanto, ao mediar um conflito por um brinquedo nessa faixa etária, a intervenção do auxiliar é mais eficaz quando apela para a capacidade da criança de se colocar no lugar da outra e entender seu ponto de vista.

O princípio da gestão democrática do ensino público, assegurado pela Constituição Federal (Art. 206) e detalhado na LDB, implica que o auxiliar de sala de aula, como parte da comunidade escolar, tem o direito de participar das instâncias colegiadas da escola, como o conselho escolar, contribuindo com sua perspectiva sobre a rotina e as necessidades dos alunos.

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Durante a organização do lanche coletivo, a responsabilidade do auxiliar de sala com a higiene se esgota na supervisão da lavagem das mãos das crianças e na limpeza das mesas, não abrangendo a vigilância sobre alergias alimentares informadas previamente pelos pais ou a verificação de sinais de deterioração em alimentos trazidos de casa.

A organização de uma 'cabana de leitura' com lanternas em um canto da sala, como uma atividade lúdica, atende simultaneamente aos eixos estruturantes da BNCC para a Educação Infantil (interações e brincadeira) e ao campo de experiência 'Escuta, fala, pensamento e imaginação', pois cria um contexto significativo que incentiva a fantasia e o contato com narrativas.

Ao observar um professor trabalhando com uma criança que está aprendendo a escrever o próprio nome, o papel do auxiliar, à luz do conceito vygotskyano de Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), é intervir oferecendo andaimes — como fornecer o traçado pontilhado das letras —, pois essa mediação é fundamental para que ela avance do que consegue fazer com ajuda para o que fará de forma autônoma. 

Situação hipotética: Após uma queda no pátio em que bate a cabeça, uma criança chora, mas logo se acalma e volta a brincar, sem apresentar sinais visíveis de lesão grave. Assertiva: Nesse caso, por a criança ter se recuperado rapidamente, o auxiliar de sala pode apenas confortá-la, não sendo necessário comunicar o ocorrido à gestão da escola ou aos pais, a menos que surjam sintomas posteriores.

A participação do auxiliar de sala no processo de avaliação na educação infantil, conforme preconiza a LDB em seu Art. 31, envolve a aplicação de testes formais para medir o progresso cognitivo, cujos resultados são utilizados para decidir sobre a promoção da criança para o Ensino Fundamental.

Ao auxiliar um aluno diagnosticado com dispraxia, que apresenta dificuldades significativas na coordenação motora fina, como amarrar sapatos, a estratégia mais eficaz a ser adotada pelo auxiliar é realizar a tarefa pela criança, visando otimizar o tempo e garantir a continuidade da rotina da sala.

Situação hipotética: Um pai, preocupado com uma briga, aborda o auxiliar de sala no portão da escola e solicita informações detalhadas sobre o comportamento de outra criança envolvida no incidente. Assertiva: Em nome da transparência e da boa relação com a família, o auxiliar deve fornecer um relato completo dos fatos, incluindo sua percepção sobre a personalidade da outra criança.

Ao apoiar atividades relacionadas ao campo de experiência 'Corpo, gestos e movimentos' da BNCC, o auxiliar de sala deve priorizar a execução precisa de circuitos motores pré-definidos, considerando o resultado final como principal indicador do desenvolvimento psicomotor da criança, mesmo que ela demonstre desinteresse no processo.