Ao analisar os resultados de uma turma, uma professora identifica que os estudantes reconhecem letras e sílabas isoladas, mas não compreendem o que leem nem produzem textos com função social. Uma assessora recomenda intensificar o treino das correspondências grafofonêmicas; outra, ampliar as práticas de uso social da escrita. Considerando a alfabetização na perspectiva do letramento e o papel da consciência fonológica, a intervenção teoricamente mais consistente é:
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