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Questões do órgão Prefeitura de Jundiaí - SP

27 questões encontradas · página 2 de 3

Em meados de 1940, chega ao Brasil, após breve estada na Inglaterra, onde tomou contato com os princípios de Laban (de 1937 a 1939), difundindo-o essencialmente nos meios educacionais que frequentava. Assim, mesmo tendo sido utilizado na produção de espetáculos na década de 1970 e na educação de alguns profissionais de dança, Laban acaba entrando no Brasil – por intermédio dessa professora – pela porta da Educação, criando alianças profundas com o ensino-aprendizado e com os processos escolares e terapêuticos. Essa talvez seja uma das razões pelas quais até hoje o senso comum ainda reze que “Laban é Educação” e, principalmente, educação para crianças.
(Marques. Revisitando a Dança Educativa Moderna, de Rodolf Laban, 2002. Adaptado)

Segundo Marques, a professora responsável pela disseminação do trabalho de Laban, por meio da Educação, foi

A respeito do que se entende por brinquedo, brincadeira e jogo, Kishimoto (Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação, 1997) esclarece que

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Na medida em que esta visão “bancária” anula o poder criador dos educandos ou o minimiza, estimulando sua ingenuidade e não sua criticidade, satisfaz aos interesses dos opressores: para estes, o fundamental não é o desnudamento do mundo, a sua transformação.

(Paulo Freire. Pedagogia do oprimido, 2011)

Segundo Paulo Freire, destaca-se como uma medida de enfrentamento contra a educação “bancária” a

O ensino de história e geografia deve ter um cenário avaliativo diferente da prática tradicional, no sentido de que as tarefas avaliativas propostas deverão privilegiar e valorizar, principalmente, expressões singulares de noções de tempo e lugar, construídas pelos estudantes, o aprender a ser e conviver em determinado espaço de pertencimento, a formação de identidades, da própria cidadania.

(ESTEBAN, Maria Teresa. HOFFMANN, Jussara. SILVA, Janssen Felipe. (ORGs). Práticas Avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Capítulo 3, p. 53 a 64. Mediação. 2013. Adaptado)


Considerando o texto, a melhor forma de acompanhar os(as) estudantes em processos avaliativos deve ocorrer

Cabe ao professor ter parâmetros claros de aprendizagem frente a tarefas e trabalhos, sem cair no risco das tarefas avaliativas desarticuladas de propostas pedagógicas multidimensionais, como testes objetivos, que não lhe permitirão obter indicadores qualitativos necessários para o acompanhamento da evolução de saberes diversos e complexos construídos pelos alunos.

(ESTEBAN, Maria Teresa. HOFFMANN, Jussara. SILVA, Janssen Felipe. (ORGs). Práticas Avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Capítulo 3, p. 53 a 64. Mediação. 2013. Adaptado)


A respeito do assunto, Hoffmann cita o relato de um professor, o qual diz que ao solicitar aos alunos de 6a série (hoje 7o ano) que narrassem as histórias de suas famílias, percebeu a grande dificuldade que tinham em realizar tal tarefa. Nesse contexto, para evitar as tarefas objetivas, de acordo com Hoffmann, é necessário que as tarefas avaliativas

A geografia crítica escolar não consiste na mera reprodução nas escolas elementar e média daquilo que foi anteriormente elaborado pela produção universitária crítica. Isso até pode ocorrer, mas não é – e nunca foi – o essencial ou mesmo a regra geral.
(VESENTINI, José Willian (Org.). Ensino de geografia no século XXI. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)


De acordo com José Willian Vesentini, existe uma ideia de que a geografia, na educação básica, deve simplificar e reproduzir os conteúdos produzidos nas universidades, o que acaba por gerar currículos que são, muitas vezes, impraticáveis. Para esse autor, o fundamental para a geografia que se ensina nas escolas é

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) foram elaborados em 1997 – 1998 pelo governo federal que se instalou em Brasília em 1995 e ficou até 2002. Esse governo procurou centralizar uma série de procedimentos e decisões no sistema escolar. Como exemplos dessa centralização, tem-se os PCNs e o Enem, o Exame Nacional para o Ensino Médio.
(VESENTINI, José Willian (Org.). Ensino de geografia no século XXI. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)

Os PCNs acabaram por se sobrepor a guias ou propostas curriculares estaduais ou municipais, e seu grande mérito foi

Circe Bittencourt, na obra Ensino de História: fundamentos e métodos, afirma que, desde o fim da década de 1980, houve a produção de várias propostas curriculares de História para o Ensino Fundamental e Médio.

Para essa autora, tais propostas têm em comum algumas características, como

Leia o texto a seguir:
    As mudanças de métodos e conteúdos precisam ser entendidas à luz da concepção de “tradição escolar”, sendo necessário perceber, por intermédio desse conceito, dois aspectos fundamentais. O primeiro opõe-se à ideia de que, em educação, seja preciso sempre “inventar a roda”, bastando verificar que muito do que se pensa ser novo já foi experimentado muitas outras vezes.
(Circe Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e método)

O segundo aspecto mencionado, segundo Bittencourt, refere-se

Leia o texto a seguir:
    A proposta de Arthur Soffiati, desde o fim dos anos 1980, era incluir nos livros didáticos e nas aulas de História tópicos específicos que enfocassem criticamente o relacionamento das sociedades humanas com o meio ambiente, bem como suas representações mentais. Pretendia o autor, como ainda atualmente se pretende, que a história ensinada, ao lado de outras disciplinas escolares, pudesse efetivamente contribuir para a educação ambiental das novas gerações.
    No início do século 21, se, para o professor, existem desafios na introdução de temáticas sobre história ambiental, as dificuldades para viabilizar atividades baseadas nesses conteúdos são variadas.
(Circe Bittencourt, Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)

Bittencourt aponta como dificuldades para viabilizar atividades sobre história ambiental