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Prova Instituto IBED - 2026 - Prefeitura de Jacobina do Piauí - PI - Acompanhamento Terapêutico Escolar – 40h

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A formulação de uma hipótese sobre a função de um comportamento (por exemplo, se é para obter atenção, fugir de uma tarefa ou autoestimulação) é uma etapa central da análise funcional do comportamento, que orienta a escolha das estratégias de intervenção a serem discutidas com a equipe pedagógica. 

De acordo com as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, o atendimento educacional especializado (AEE) substitui a escolarização em classe comum, sendo o aluno com deficiência matriculado exclusivamente na sala de recursos multifuncionais.

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O direito à educação, assegurado pelo Art. 205 da Constituição Federal, e o princípio do atendimento educacional especializado, previsto no Art. 208, fornecem a base legal que justifica a presença de profissionais de apoio, como o ATE, para viabilizar a inclusão e a permanência de alunos com deficiência no ensino regular.

O Acompanhante Terapêutico Escolar (ATE) tem a prerrogativa de alterar o planejamento pedagógico do professor regente e de aplicar avaliações formais de forma independente, caso julgue que as atividades propostas não são adequadas ao aluno que acompanha. 

Situação hipotética: Ao ser questionado por um familiar sobre o progresso acadêmico do aluno acompanhado, o ATE deve, em nome da colaboração escola-família, fornecer um relatório detalhado de notas e dificuldades, substituindo a devolutiva do professor regente. 

Enquanto a Deficiência Intelectual (DI) é caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é definido por déficits na comunicação social e padrões restritos de comportamento, podendo ocorrer em qualquer nível de QI. 

A recusa de uma escola em flexibilizar o tempo de prova para um aluno com TDAH, sob a justificativa de manter a isonomia com os demais, pode ser considerada uma barreira atitudinal e uma falha na provisão de adaptações razoáveis, conforme preceitos da Lei Brasileira de Inclusão.

As metas traçadas no Plano Educacional Individualizado (PEI) devem abranger exclusivamente os aspectos do currículo acadêmico que o aluno não consegue acompanhar, sendo as habilidades de comunicação e socialização de responsabilidade da terapia fonoaudiológica e psicológica externa à escola.

O trabalho colaborativo entre o ATE e o professor regente é fundamental para o sucesso da inclusão, envolvendo trocas de informações diárias e alinhamento constante das estratégias pedagógicas e comportamentais a serem aplicadas em sala de aula.

Situação hipotética: Para incentivar um aluno a iniciar e completar uma tarefa de cinco minutos, o ATE oferece um adesivo imediatamente após a conclusão. Assertiva: Essa estratégia é um exemplo de reforço negativo, pois retira a obrigação de fazer a tarefa.