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Questões de Currículo e Teorias do Currículo

187 questões encontradas · página 3 de 19

A partir da sequência didática apresentada no Caso Fictício I, analise as assertivas a seguir.

I- A professora Ana não valoriza os conteúdos de ensino de caráter atitudinal, visto que na sequência didática não faz menção a avaliação de conteúdos atitudinais.

II- A sequência didática da professora Ana explicita que ela valoriza e ensina conteúdos do tipo conceitual, procedimental e atitudinal.

III- Na sequência didática da professora Ana é possível antever que ela prioriza o ensino dos conteúdos de natureza conceitual.

É CORRETO o que se afirma apenas em:

No que se refere às orientações oficiais para o ensino de Língua Portuguesa na Educação Básica, analise as assertivas.

I- O professor deve prescindir os conhecimentos linguísticos prévios dos estudantes para garantir neutralidade pedagógica.

II- A leitura escolar deve ficar limitada aos textos presentes no livro didático, haja vista a diversidade de textos disponíveis e a adequação ao nível de escolaridade.

III- Os documentos oficiais orientam acerca da necessidade de adequar o registro linguístico às diferentes situações comunicativas.

IV- As variedades linguísticas devem ser tratadas como desvios a serem neutralizados pela escola, a fim de que os alunos possam dominar a norma-padrão.

É CORRETO o que se afirma em:

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As Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica salientam “que toda política curricular é uma política cultural, pois o currículo é fruto de uma seleção e produção de saberes”. Assim, a fonte em que residem os conhecimentos escolares são as práticas socialmente construídas. Essas práticas se constituem em “âmbitos de referência dos currículos” que correspondem:
I. Ao mundo do trabalho.
II. À produção artística.
III. Às formas diversas de exercício da cidadania.
Quais estão corretos? 

Com base no livro “Pedagogia do Oprimido”, de Paulo Freire, a teoria crítica do currículo, desenvolvida no Brasil na década de 1980, trouxe como pressupostos:

I. A necessidade de o currículo ter como ponto de partida a cultura dos grupos para os quais se dirige.

II. A importância de um currículo organizado com base na cultura e nos problemas vividos cotidianamente.

III. A ênfase na recepção de conteúdos para capacitar as camadas mais populares para sua inserção no mercado de trabalho formal.

Quais estão corretos? 

Conforme a BNCC e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, é o instrumento que se estrutura para promover o desenvolvimento integral da criança, contemplando aspectos cognitivos, socioemocionais, físicos e culturais, tendo o brincar como princípio pedagógico fundamental e as interações sociais como eixo estruturante. Essa definição corresponde a qual termo previsto na legislação educacional brasileira?

Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:

I. O movimento e a corporeidade constituem dimensões fundamentais para o desenvolvimento integral da criança na Educação Infantil, sendo reconhecidos pela BNCC como campo estruturante de experiências denominado “Corpo, gestos e movimentos”.

PORQUE

II. Práticas pedagógicas que consideram o corpo como eixo estruturante das aprendizagens, como circuitos motores, dança e brincadeiras simbólicas, permitem à criança estabelecer relações mais profundas com os conteúdos e com o ambiente.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. 

Texto associado à questão

Japan in the Ancient World 

Japanese archaeologists divide the earliest part of Japanese history into four periods: the Paleolithic (preceramic) period, the Jomon (cord-marked pottery) period, the Yayoi period, and the Kofun (burial mound) period. Underlying this chronology, however, are two basic problems: First, who are the Japanese, and where did they come from? Second, how do the Japanese or "proto-Japanese" relate to the Ainu, a group of people who have resided in Japan since about 7500 B.C.E. but differ racially, culturally, and linguistically from modern Japanese in significant ways? 

Paleolithic Japan (before 10,000 B.C.E.)

The Japanese islands have probably been occupied by humans for at least 30,000 years, if not longer. However, 10,000 years ago, Paleolithic Japan was a cooler place, and the sea level was 125 feet (38 meters) lower; therefore, some of the archaeological evidence of the earliest inhabitants is submerged. These hunters and gatherers, who had an extensive stone-tool inventory, most likely came to southern Japan through present-day Korea or to northern Japan from eastern Siberia, though there is abundant evidence of land connections to Asia at this time throughout the islands. It appears that the complete physical separation of the Japanese islands occurred only as recently as 18,000 to 12,000 years ago.

Jomon period (c. 10,000-c. 300 B.C.E.)

Starting about 13,000 years ago, when the Japanese climate began to warm, beautiful local pottery traditions—characterized by complex impressions made by twisted cords or sticks on the outside of pots before baking—abruptly appeared at various locales. Such ceramics eventually became commonplace throughout the islands. The Jomon people (named for this distinctive "cord-marked" ceramic style) were probably the direct descendants of the people of the previous Paleolithic traditions. They were very successful at hunting, fishing, and gathering, and because of the numerous rivers and rugged coastlines, they were largely sedentary. Shell mounds all over the islands indicate how extensively the ocean and rivers were exploited by Jomon people. The Jomon pottery eventually came to show distinctive regional styles, suggesting the existence of rather well-defined cultural groups and local folk traditions.

Yayoi (c. 300 B.C.E.-c. 300 C.E.)

About two thousand years ago, a distinct break occurred in the archaeological record. In Kyushu, the southernmost main island of Japan, bronze from the Korean peninsula and a newer style of earthenware pottery appeared, and iron smelting was developed. These changes characterize the Yayoi period, named after the district in modern Tokyo where certain artifacts were first discovered. The Yayoi period also saw the beginning of Japanese-style intensive irrigated wet-rice cultivation, which became the main means of subsistence for almost everyone on the islands. This agrarian rice-based economy—with basically the same kind of farming practices—would persist until Japan's westernization in the late nineteenth century.

However, controversy surrounds the origins of this culture. The Yayoi people may have come from overseas and replaced the earlier Jomon people (as evidenced by the presence of many new technologies from abroad). For many years, Japanese archaeologists have assumed this to be true, with the implication being that the Jomon people are the ancestors of modern Ainu, and modern Japanese are the descendants of those who migrated from the Asian mainland during the Yayoi and Kofun periods. However, a majority of archaeologists feel that the record probably indicates a gradual but direct continuity from Jomon people to early, but historically identifiable, Japanese, with any migration from the mainland blending in with the local cultures. In either case, by the end of the Yayoi period, certain institutional structures were in place—a division of labor, the accumulation of prestige and luxury goods by particular individuals, and the rise of complex political organizations—which created a more stratified society, allowing for the development of a full-fledged Japanese state in the Kofun period.

https://www.ebsco.com/research-starters/history/japan-ancient-world 

A teacher designs a unit based on the text "Japan in the Ancient World." In the first class, students identify the main topic and key vocabulary. In the second class, they analyze chronological markers, connectors and cautious language. In the third class, they compare Paleolithic and Jomon Japan. In the final class, they produce a short illustrated explanatory text for a classroom exhibition. The organization of the unit shows:

Conforme a Resolução CNE/CP nº 2/2017, o componente do referencial curricular designado como “aprendizagens essenciais” expressa a capacidade do aluno de, ao longo da progressão curricular, mobilizar, articular e integrar os seguintes elementos:
I. Conhecimentos. II. Habilidades. III. Atitudes. IV. Valores.
Está CORRETO o que se afirma:

Um professor de arte elabora seu planejamento anual tomando como referência as competências e habilidades previstas na BNCC. A partir disso, organiza unidades temáticas que articulam artes visuais, música, dança e teatro, estruturando sequências didáticas baseadas em projetos. Ao longo do ano, realiza ajustes no planejamento em função das respostas dos estudantes, dos tempos de aprendizagem e de acontecimentos emergentes na sala de aula e na comunidade escolar, mantendo registros reflexivos sobre suas decisões pedagógicas.

Acerca desse contexto, é correto afirmar que

Leia o trecho a seguir.

A incorporação ou não das culturas e história dos povos indígenas no currículo deve ser compreendida no campo das disputas políticas e ideológicas. Nesse sentido, as discussões sobre decolonialidade são ferramentas conceituais que nos permitem uma compreensão complexa e histórica da realidade escolar.

Adaptado de RUSSO, Kelly; PALADINO, Mariana. “A lei nº 11.645 e a visão dos professores do Rio de Janeiro sobre a temática indígena na escola”. Revista Brasileira de Educação, v. 21 n. 67 2016, p. 902.

Com base no trecho, assinale a opção que apresenta corretamente uma abordagem decolonial para o tratamento das culturas e histórias indígenas no currículo escolar.